Um coletivo de mulheres bordando democracia e futuro
Somos um coletivo que nasceu em Brasília em 2022, reunindo mulheres de diferentes territórios e histórias, unidas pela arte do bordado livre e pelo compromisso com pautas democráticas.
Com cuidado e afeto, transformamos linhas e agulhas em resistência e sonhos, ocupando espaços físicos e digitais para fortalecer a luta por justiça social e liberdade.
Sobre o Coletivo
Linhas da Resistência é um coletivo formado principalmente por mulheres, criado em Brasília em abril de 2022, no primeiro ano eleitoral pós-pandemia. Somos diversas em origens, histórias e profissões, unidas pelo bordado livre como forma de expressão afetiva e política.
Nosso trabalho vai além da arte: bordamos pautas democráticas e resistências, ocupando espaços físicos e digitais para fortalecer a luta por justiça social, liberdade e um futuro melhor.
Nosso espaço na Asa Norte é também um jardim-composição, onde nos reunimos semanalmente para cuidar da criação, trocar afetos e compartilhar sonhos. Inspiradas por coletivos que valorizam a sensibilidade e a liberdade, buscamos multiplicar forças na construção de uma cidadania ativa e coletiva.
Entre linhas, histórias e gestos
Bottons que Falam por Nós
Criamos bottons que expressam nossas pautas, afetos e lutas. Pequenos símbolos de grandes causas.
Onde Bordamos e Sonhamos
Na Asa Norte, cultivamos um jardim-composição onde o afeto, a arte e a resistência se encontram.
Presença nas Ruas e na História
Marchamos, bordamos e resistimos juntas em atos e manifestações por democracia, justiça e liberdade.
Quando a Resistência Ganha Voz
Nosso coletivo já foi pauta em veículos que reconheceram o poder do bordado como forma de expressão política, afetiva e coletiva. Veja onde nossas linhas já chegaram.
O Bordado Também se Compartilha
Sobre Nós
Somos o coletivo Linhas da Resistência, um grupo formado majoritariamente por mulheres que se conectaram através do bordado livre e da luta por um futuro democrático e justo. Nascemos em abril de 2022, em Brasília/DF, no primeiro ano eleitoral nacional após a pandemia.
Reunimos mulheres de diversos territórios, brasileiros e estrangeiros. Algumas de nós nascidas em Brasília — nossa casa-morada — outras vindas de outros cantos do Brasil e do mundo. Muitas já se conheciam, outras nunca tinham se visto antes. Mas todas se encontraram na potência sensível do bordado.
Para algumas, o bordado já era linguagem íntima; para outras, uma nova descoberta. Juntas, tocamos linhas, agulhas, tecidos e criamos não só arte, mas também espaços de acolhimento e expressão. Algumas de nós bordamos a cidadania nos nossos próprios trabalhos: em escolas, museus, tribunais, consultórios, casas.
Muitas vezes, nossas convicções políticas encontravam espaço apenas nos círculos íntimos. Sabemos o valor da liberdade e o peso das ditaduras. Nem todo trabalho permite a livre expressão de si mesma — e nem sempre é possível tornar explícita a luta por justiça social.
"Tenho tão nítido o Brasil que pode ser, que há de ser, que me dói o Brasil que é."
Nos inspiramos em iniciativas como Linhas do Horizonte, Linhas de Sampa e Linhas de Santos. Também somos atravessadas pelo trabalho poético e sensível do grupo Matizes Dumont.
Todo sábado, cultivamos nosso jardim-composição na CLN 216, Asa Norte. É o nosso tempo comum para o afeto, o cuidado, a criação. Estendemos sonhos no varal, deixamos que o sol os aqueça. Cada ponto bordado é uma forma de resistência.
No território digital, você pode nos encontrar no Instagram: @linhasdaresistencia. Acreditamos profundamente na multiplicação revolucionária que acontece quando o individual se une ao coletivo.
Estivemos presentes em manifestações como:
- • Marcha das Margaridas
- • Parada do Orgulho LGBTIQ+
- • MarshaTrans
- • Ato contra o PL 9405
- • Vigília Glauber Fica
Participamos também da exposição A voz da mulher pela democracia no TSE.